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Maricas Blog

Vivemos numa geração meio mariquinha, todo mundo diz: “Vamos lidar psicologicamente com isso?” Naquela época, você simplesmente sentava o pau e resolvia na porrada. Mesmo que o cara fosse mais velho e fortão, pelo menos você era respeitado por encarar a briga, e te deixavam em paz.
Não sei se dá para dizer exatamente quando começou essa geração mariquinha. Talvez tenha sido quando as pessoas começaram a se perguntar sobre o sentido da vida.

- Clint Eastwood


Andei cá pensando, os emos, os coloridos e os frescos que chamam MMA de carnificina proliferam nessa geração atual por falta de modelos como Bradock, Banana Joe, Marion Cobretti, Clubber Lang...


Alguém realmente imagina Ivan Drago ouvindo Restart?


Alguém algum dia imaginou John Matrix chamando alguém de senhorito?


Já conseguiram imaginar Kate Mahoney  com uma lágrima pintada no rosto?


Alguém em sã consciência consegue pensar em Tackleberry vestindo calça verde limão?


Realmente conseguem pensar em John Rambo chegando em casa chorando dizendo que foi vítima de Bullying?






É CLARO QUE NÃO!!!!!! 




Nos tempos em que o Merthiolate ainda ardia, as pessoas aprendiam desde cedo a lidar com a dor. Não havia problema em um moleque ver mulheres nuas. Hoje em dia um programa com o saudoso "Cocktail" do SBT não tem vez, fazendo com que os moleques acabem usando franja e roupas apertadas e coloridas. A sociedade confunde o famoso tapinha com espancamento, mais ou menos como se dar um beijo na testa da criança fosse pedofilia Se o moleque apanhasse na escola sem reagir apanharia em casa também, ou seja, no mínimo tentaria se defender, e seria respeitado por isso. Hoje em dia não, fazem terapia com a criança covarde e com o agressor, criando uma geração de covardes superprotegidos. 




Que se fodam os pais supermodernos, vou criar meus filhos como eu fui criado.



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