Pular para o conteúdo principal

Intolerante blog

Acredito que todo ser humano seja igual, independente de etnia, sexo, nacionalidade, religião, orientação sexual, nível cultural ou qualquer outro diferencial. Mas juro que sempre penso em rever meus conceitos quando pego o metrô em dia de jogo no Maracanã.

Comentários

  1. É.....nunca tive a experiência de pegar metrô em dia de jogo no Marcanã, mas já tive oportunidades de rever meus conceitos tbm. Acho que issso acontece com todo mundo.

    Não sei se é intolerância, mas que eu revejo eu revejo!

    Abraço!

    ResponderExcluir
  2. Anônimo12:21 PM

    Eu acredito numa única diferença entre os seres humanos: Alguns tomam banho;

    ;)

    ResponderExcluir
  3. HIUAHIUAHIUHAIUAHUIAHIUAHIUHAI
    Metro é Metro né, ali ninguem é normal! HAHAHHA

    Amei a diferença da Chritallina: alguns tomam banho! HAHHAHA

    boaboa! bjo

    ResponderExcluir
  4. Anônimo9:04 PM

    ...Haha, imagino!

    Bom, quanto aos filósofos, ora, a morte é a princesa da filosofia. Quê haveria de se refletir sobre a vida não fosse a certeza da morte? Pois que a ausência de certeza quanto a uma anula a mesma quanto a outra.

    "Emo", esse é um termo meio preconceituoso, pra quem acredita que todo ser humano seja igual, haha, :P

    Abraço, Warui!

    ResponderExcluir
  5. heheheheheheehehehe... realmente, futebol "deciviliza" boa parte das pessoas...

    ResponderExcluir
  6. E por que motivo pensa em rever seus conceitos?

    ResponderExcluir
  7. AEHUEaheAUHEauEAHUaeh

    Mas tava muito cheio o Maraca Domingo.

    Mesmo sendo gremista eu tenho que reconhecer, que show que deu a torcida do Flamengo. =p

    ResponderExcluir
  8. Não se pode encontrar uma diversidade de pessoas maior do que no metro! Ainda mais em dia de jogos do Maracanã que deve aparecer cada figura sem ares que se deixe ao menos suspeitar que é humana!

    ResponderExcluir
  9. dia de jogo é dificil msm...;
    mas não acho que seja pra tanto assim, rsrs
    pra ir a jogo tem q ta acostumado...
    abraço

    ResponderExcluir
  10. Bem..somos todos iguais diante de Deus..estou certo disso. Por mais aversão que nos dê uma figura ou outra da sociedade.

    ResponderExcluir
  11. No Palestra Itália não é muito diferente... =/

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Filosófico Blog

"Homens civilizados são mais descorteses do que os selvagens porque sabem que podem ser indelicados sem ter seus crânios rachados, como regra geral." - Conan, o Cimério É, faz sentido.

Cupuaçúlico blog

 Eu me considero um cara equilibrado. Frio, até,  para várias coisas.  Não sou de me emocionar quase, e considero isso um defeito.  Mas, cá estou com lágrimas nos olhos. E por causa de um sorvete.  Não,  não é ruim.  Longe disso.  Estou num curso em Recife e, num intervalo, vim tomar um sorvete em frente à igreja da Boa Viagem. Me devo com sorvete de tapioca, coco verde,  queijo do reino,  tamarindo e cupuaçu.  Todos deliciosos. Mas o de cupuacu me pegou. Lá no Rio o cupuaçu costuma ser adoçado. O sorvete mesmo costuma ser o de creme de cupuaçu.  Esse não.  Esse é da fruta. Perfeito.  Esse sabor azedo e agridoce me levou aos anos 80 e 90, diretamente pra Manaus. Me levou pra Glacial da Presidente Getúlio Vargas e, principalmente pra um certo quintal na 24 de Maio, com tios e primos,  muitos que infelizmente já se foram.  Um sorvete. Décadas de memórias.

Marcial de Contato Blog

No final dos anos 90 eu estava cursando japonês aos sábados, e no caminho do metrô pra casa, havia uma academia de Kung Fu.  Resolvi ver os horários e tinha uma aula no sábado à tarde que se encaixava com os horários do curso. Fui fazer uma aula experimental.  Conversei com o professor, expliquei que era faixa marrom de karate e que queria treinar algo aos diferente. Ele explicou que o sistema se chamava Dragão do Poço (que eu nunca tinha ouvido falar mas, ei, eram os anos 90, muitos sistemas não eram tão conhecidos e internet ainda engatinhava. Na época tínhamos mais acessos aos sistemas por revistas, conhecidos...Ou uma livreira lendária indicando livros na finada Da Vinci). Estranhei o nome, mas lá fui eu.  Na aula experimental o professor me colocou pra fazer combate com os alunos e eu,  que sempre fui no máximo mediano, estava ganhando todos. Ele ficou puto e botou um cara lá que, segundo ele, era campeão de sei lá o que. Eu já tinha desistido de treinar lá só p...