segunda-feira, julho 23, 2012

Religioso Blog


O Peitismo prega que todos os seres humanos nascem já com uma necessidade básica: Mamar. Por isso somos mamíferos, pois fomos criados pelos Santos Seios para louvá-los e adorá-los.
Os Santos seios criaram tudo e todos. Basta ver que moramos na Via Láctea, que pingou dos Santos Seios. No Princípio tudo era liso, e os Santos Seios surgiram e criaram tudo que era palpável. Porém, ainda estávamos na Escuridão, e os Santos Seios nos iluminaram com seus Santos Faróis Acesos.
Cremos que todos, sem exceção, nascem crendo nos Santos Seios, mesmo os gays, pois também sentem a necessidade de adorá-los quando bebês, mas com o tempo alguns homens e mulheres deixam de admirá-los, desviando-se da Razão.
Nossa religião é a religião que a todos abrange, por isso é a religião original do ser humano e mamíferos em geral. Veja o exemplo de Roma: O que diz a lenda? Que foi fundada por Rômulo, e Rômulo havia sido amamentado por uma loba. Olha aí a influência Peitista! Maçonaria perde lindamente para nós.
Nosso objeto de adoração são os Decotes e o Topless, onde os Santos Seios se mostram para nós, reles mortais. Louvadas sejam as mulheres com grandes mamas, pois os Santos Seios as abençoaram como sacerdotisas Peitistas.
Irmãos, é por isso que o Peitismo é a religião do amor, ela abrange a tudo e a todos.
Mamém, irmãos!!


sábado, julho 07, 2012

Nipônico Blog



 Hoje, no Japão (Ou em qualquer lugar que tenha uma colônia japonesa), se comemora o Tanabata. Vem de uma lenda que diz que há muito tempo, morava próximo da Via Láctea (ó o Peitismo presente) uma princesa chamada Orihime a "Princesa Tecelã". Pq raios uma princesa era tecelã, não se sabe, vai ver era hobby.

Certo dia o pai dela, o  "Senhor Celestial", fez uma festa reunindo a galera pra ver se achava um marido pra mina, onde apareceram príncipes, nobres, samurais, gente com grana em geral mas a mina acabou se apaixonando por, Kengyu o "Pastor do Gado". O pai da mina viu que ele era um cabra trabalhador e honesto e,acreditando que este fosse o par ideal para ela, deixou que se casassem.

Os dois se apaixonaram pra valer. A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, ou seja, vuco-vuco direto, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias. Tipo, o gado tava deixando de ser tratado e a galera ficando peladona pq a princesa não tava mais tecendo roupa.

Puto com a falta de responsabilidade do casal, o pai da mina decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via Láctea.

A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime. Sentindo que sua filha tava na merda, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data. Nesse dia, um corvão (um corvo grande pra caralho, raios), ou um arco-íris, vai depender da versão, surge e faz a ligação entre um ponto e outro da via láctea.