Pular para o conteúdo principal
Cinéfilo blog...

Neste feriadão fui com Vanessa, a amada, assistir ao filme "O Grito 2". Bem, pesoalmente gostei, mas imagino que quem não fale porra nenhuma de japonês e quem não saca porra nenhuma de folclore japonês vá achar o filme uma grande bosta. Motivo? Tradução porca dos diálogos em japonês (que são muito mais explicativos, além do fato de traduzir warui ki como "espíritos ruins", quando deveria ser "intenções ruins") e o fato do folclore japonês fazer pouco sentido para a grande maioria dos ocidentais. Definitivamente o primeiro filme foi bem melhor, mas com certeza o original japonês (Ju-on) foi bem melhor, simplesmente pelo fato de nao haver o tal choque cultural. É simples, o enredo do original se encaixa perfeitamente com a realidade e o folclore japonês, sem maiores explicações filosóficas ou culturais.
Aliás, essas adaptações feitas pelo cinema Yankee são meia-boca ao extremo! "The ring (O chamado)", "The grudge (O grito)" e "Dark Water (Água negra)" nem de longe podem ser comparados aos originais "Ringu", "Ju-on" e "Kuroi mizu", respectivamente.

Comentários

  1. Eu particularmente acho esses filmes todos iguais, grito, chamado e etc... haha Não faz muito meu gosto!

    Obrigada pelo comentário! Voltarei mais vezes.
    Até

    ResponderExcluir
  2. todos os filmes citados eu ja vi em original japones, e é incontestavelmente melhor, nao na qualidade da produçao (que nao e tao ruim assim) mas sim do enredo, e do ambiente que a historia cria.

    enquanto os filmes orientais simplesmente contam a historia (que subentende-se que as pessoas entendem o contexto cultural e historico) os filmes orientais se preocupam em explicar o que acontece o que tira muita da qualidade

    ResponderExcluir
  3. vanessa12:25 PM

    Ah..amor não foi tão ruim assim...foi até engraçadinho.rss

    bjs

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Limítrofe Blog.

Você acorda cedo.

Você acorda cedo e sai de casa cedo.

Você acorda cedo e sai de casa cedo pois pega dois ônibus para ir pro trabalho.

Você acorda cedo e sai de casa cedo pois pega dois ônibus para ir pro trabalho pois quer ir em relativo silêncio.

Você acorda cedo e sai de casa cedo pois pega dois ônibus para ir pro trabalho pois quer ir em relativo silêncio visto que no trem, onde você levaria somente meia hora para chegar ao trabalho, o silêncio é algo que não existe.

Você acorda cedo e sai de casa cedo pois pega dois ônibus para ir pro trabalho pois quer ir em relativo silêncio visto que no trem, onde você levaria somente meia hora para chegar ao trabalho, o silêncio é algo que não existe e você quer um pouco de silêncio em sua vida pois no seu trabalho o telefone toca o tempo todo e em casa você tem vizinhos ouvindo música alta o tempo todo e na frente de casa tem uma porra de um lanterneiro.

E todo o dia a mesma coisa. E todo dia é o Dia da Marmota.

Você já nem aguenta mais ouvir seu n…

Dupliplusbom Blog

De uns tempos pra cá, por algum motivo que desconheço, uma galerinha "dubem" passou a querer controlar o que você diz, faz ou pensa. Tudo isso em nome da bondade, respeito e pluralidade. Oprimem contra a opressão. Censuram pela liberdade. Fazem malabarismos lógicos para taxar como ditaduras aquilo que não gostam e chamar de democracia ditaduras descaradas que compartilham de sua ideologia.

 Quem já leu o romance “1984” de George Orwell vai entender de cara essa questão. Essa galerinha "dubem" utiliza de duas ferramentas linguísticas que Orwell descreveu muito bem em sua distopia: duplipensamento e novilíngua. Basicamente, essas ferramentas visam moldar o pensamento a partir da mentalidade revolucionária e limitar a capacidade de comunicação e expressão dos indivíduos, transformando-os em meros robôs. 
O duplipensamento é o ato de aceitar simultaneamente duas crenças mutualmente contraditórias como corretas. Parece com hipocrisia, mas na verdade a pessoa REALMENTE acr…

Rockinriozístico Blog, parte 1

Ontem fui novamente ao Rock in Rio. Falem o que quiser, mas eu gosto desse programa de índio. E dessa vez o transporte foi até bem facilitado (NADA que se compare ao de 2001, com seus ônibus saindo de inúmeras partes da cidade, incluindo Vigário Geral), não sendo um grande inferno como o de 2013.

Basicamente descemos quase em frente à entrada, num terminal do BRT. Apesar da grande quantidade de pessoas, o fluxo seguia normal. 

A entrada em si demorou, pois havia uma fila pra já garantir a passagem do BRT na volta, a fila da revista e a da bilheteria, mas não foi nenhum absurdo. Demorava mais desviar das inúmeras selfies sendo tiradas. 

Havia, por alguma razão, uma área dedicada aos games e afins, com alguns cosplayers. E nunca escondi meu desprezo por esse tipo. 

Havia muita gente com camiseta do Rock in Rio. No Rock in Rio. Fiquei imaginando que seria um tipo de abadá pra uma micareta. 

Havia uma galera com roupa tipo de motoqueiro americano. Ou aquela galera parecendo punk. Ou metaleiro…