quarta-feira, agosto 17, 2011

Poeteiro blog



Seus seios me tornam um escultor

Ao tirar suas roupas esta manhã, mais uma vez

Botões, zíper...

Observá-la tomar o café da manhã, nua

Suas mãos, a caneca, seus lábios

Seus seios a suspirar

Eles alimentam os gulosos bebês que são meus olhos

Famintos

Seus seios não são mármore

Eles respiram lentamente

Como água ondulando

Seus seios nunca são esmagados ao fazer amor

Eles se acomodam em minhas mãos, como se elas fossem um ninho

Um comentário:

  1. Acho muito interessante esse tipo de poema.

    parabéns pelo início do blog.

    To te seguindo, segue de volta e comenta?

    www.luliskd.blogspot.com

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